Gustave Courbet, interpretação

Gustave Courbet foi um pintor, Francês do séc. IX o qual representava numa tela aquilo que o seu olhar lhe indicava! Pintor realista, inspirado por Hals e Vélasquez.

Este post é essencialmente para falar acerca de um projeto, a partir do seu famoso auto-retrato!Image

A partir deste auto-retrato, foi exercido um exercico de fusão entre a minha face e a obra de Courbet!
Foi um trabalho simples, mas exigente ao ponto de ser realmente dificil, fazer uma “cópia” de um artista realista de à 150 anos atrás, tempos diferentes, pensamentos diferentes!
Foi um bom desafio, uma boa rempa de lançamento para a evolução do tratamento plástico de uma obra. Simplesmente, todo o envolvimento da sua obra, foi copiado, sendo apenas inserido o meu rosto com as carateristicas do original nesta!
O trabalho foi realizado a pastel seco, após alguns estudos com outros materiais como o mastel de oleo.
Aqui fica o trabalho final realizado por mim :

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(A qualidade da foto não é a melhor, e este já sofreu um ou outro retoque para melhoramento)

 

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Tabuleiro limpo

Este foi maisum dos trabalhos, propostos no Colégio, desta vez um desafio á imaginaçao, as regras apenas coincidiam com oprojeto, fazer-nos viajar atrav´s da obra até a iniciativa ja antes criada “Missão TabuleiroLimpo”
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Na parte inicial do projeto, pensei apenas em retratar duas pessoas,o que talvez pudesse levar até ao factode uma delas dar de comer na boca da outra,ai estariia apiada ou interligação da obra comoprojeto.Image

Após fazer o retrato, decidi como iria mesmo interligar, resolvendopartir da ideia anterior e desenando um garfoque apontasse para a boca da pessoa retratada, dando ideia que este surgiria da mão da outra, porém nao sendo visivel.Image

de seguida, vendo a falta de cor, decidi dar cor ao trabalho, através da aguarela.Assim pinteias faces e dei um fundo arrujado ao trabalho!

Image Asim ficou o trabalo final,porem commelor definição e cor,poucos foram os arranjos após esta foto, demomento encontra-se exposto, aqui, apenas nos deparamos com diversos e pequenos frutos pela imagem como forma de animação.

Estetrabalo encontra-se a venda por 25 euros!

 

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Esculturas a partir de tabuas de skate recicladas

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Trabalho de um artista japonês Haroshi, este que andava de skate durante a sua sua juventude, apaixonado pela arte, porem não querendo excluir-se do seu hobbie,o skate, acabou por entrelaçar caminhos e dar origem à sua propria forma de criar arte! Haroshi cria objetos únicos de arte utilizando restos de tabuas de skate partidas  que vão parar ao lixo. Estas imagens acima são as peças que Haroshi apresentou na galeria Jonathan Levine, a 31 de abril de 2011 em Nova Iorque. É incrivel, a perfeiçao que é atingida através de um simplesmaterial reciclado e tão impensável de se tornar em arte.

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Julião Sarmento: “Ser o artista que não sai de casa é estratégia que já não resulta

Este post foi encontrado num blog, durante uma pesquisa pela net, achei interessante partilha-la de forma  a que se pudesse divulgar um pouco mais, dando assim a conhecer um pouco mais daquilo que é o artista Julião Sarmento e do seu percurso vital até ao momento ! Apresento de seguida algum do seu trabalho!

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Julião Sarmento foi entervistado no seu ateliê-armazém numa zona industrial nos arredores do Estoril. Está a meio de pelo menos seis projectos e não se consegue lembrar quantas exposições suas estão a decorrer. “Ainda no outro dia encontrei na net quatro exposições onde estive nos últimos três meses e não fazia ideia”, conta divertido. Mas há uma difícil de esquecer: a Artist Room na Tate Modern, museu londrino que amanhã cumpre 10 primaveras. Um luxo que premeia uma vida de trabalho do homem que acredita que tudo o que de mau lhe pode acontecer, acontece.
Sempre quis ser artista?
É um cliché terrível mas eu era um puto que desenhava muito. Só me sentia bem a desenhar, era muito diferente dos outros miúdos.
Diferente como?
Tinha outros interesses e era um bocado isolado. Por exemplo: passava horas a olhar para as coisas. Olhava para as mulheres – e não era um olhar sexual. Tenho vivas memórias de passar a manhã inteira a olhar para uma prima minha. Este tipo de atitude contemplativa não é normal num puto. Depois, quando aprendi a ler e a escrever, passava horas com os livros. Os miúdos da minha idade não tinham pachorra para isso.
Como é que comunicou à família o que queria fazer?
Soube desde cedo que queria ir para Belas Artes. Nunca tive respostas do género “não vais, nem pensar”. Mas os meus pais ficaram preocupados.
O ambiente em casa estimulava a criatividade?
Tinha uma tia que me era muito próxima. Uma irmã do meu pai que não tinha filhos e me “adoptou”. Era muito arejada e intelectualmente acima da média, com um feitio especial: o meu pai era muito medroso, sensato e cordato enquanto a minha tia era completamente louca e desvairada. Abriu-me as portas para muitas coisas. Achava óptimo que eu pintasse, que eu desenhasse.
Quando começou a trabalhar como artista plástico, o que encontrou?
Havia coisas que correspondiam à versão romantizada que eu tinha do que era a vida de um artista, outras não. Em Portugal, nos anos 60, vivia-se num grande obscurantismo, uma total ausência de informação. Era uma espécie de Santa Comba Dão em tamanho gigante. A informação chegava-nos como julgo que chega agora ao Cazaquistão. Éramos uma espécie de Cazaquistão do “Borat”, com mulheres de bigode e tudo.
Nunca pensou em sair do país?
Pensei, mas nessa altura tinha uma apetência política que entretanto deixei de ter: era uma daquelas pessoas que queria que Portugal mudasse e tal. Não me queria ir embora porque que era uma atitude cobardolas – achava-me demissionário se saísse daqui.
Diz-se que é o mais internacional dos artistas portugueses. Como chegou às galerias lá fora?
Escrevia cartas, era um relacionamento epistolar. Escrevia a dizer que tinha ouvido falar da galeria, que gostava do artista X ou Y e que queria expor lá. Qualquer pessoa podia ter feito isto.
Lembra-se qual a primeira obra que vendeu?
Vendi um quadro à minha tia em 1969. Ela pagou-me dois contos ou um conto, não me lembro bem.
Nessa altura ainda não vivia exclusivamente da arte.
Não e a seguir fui para a tropa, quatro anos da vida de um tipo que são atirados ao lixo.
Deixou de parte a universidade?
Estive em Pintura e Arquitectura mas não conclui nenhum dos cursos. E depois fui parar à Secretaria de Estado da Cultura.
Trabalhou dez anos como funcionário público. Que tal essa experiência?
Foi a primeira vez que em Portugal houve um ministério da cultura depois do António Ferro – e logo comandado pelo poeta David Mourão Ferreira. Chegámos lá cheios de ideias e vontade mas depois começámos a perceber o peso da função pública: podias ter as melhores ideias do mundo mas tinhas ali os funcionários públicos a emperrarem tudo. O funcionalismo público era um mastodonte, tinha 600 funcionários para fazer aquilo que 20 pessoas podiam fazer.
Arriscou muito ao deixar a função pública, dez anos depois?
Se continuasse ali ia tornar-me realmente um funcionário, receber o ordenado ao fim do mês, acomodar-me. Comecei a pensar: não dá, isto não é o que quero da minha vida. Em 1985 dei o grito do Ipiranga e saí sem ter qualquer pára-quedas.
A vida social é muito importante para um artista?
Não sei se será para todos os artistas mas para mim é, sou muito sociável. Há os que não saem de casa, mas hoje em dia essa é uma estratégia com poucos resultados.
As suas festas de aniversário são famosas, um evento de referência para a cultura portuguesa.
Eram iguais às outras festas, mas as pessoas habituaram-se a encontrar lá gente que estavam um ano sem ver. É como nos casamentos e funerais. Viam-se todos em minha casa. Este ano não fiz festa de anos porque se estava a tornar numa coisa social onde ficava bem aparecer. Fugiu do meu controle.
Tem uma assinatura muito valiosa, vende bem?
Vendo o suficiente para viver bem.
E o que é viver bem?
É viver confortavelmente. Eu gostava agora de ir passar uma semana a Nova Iorque para um hotel de luxo mas não tenho dinheiro para isso. Às vezes ando a contar o cacau, tenho filhos e os filhos gastam uma pipa de massa.
Disse numa entrevista “faço verde ou azul e as pessoas compram”?
Disse isso a meio de uma conversa em que me lamentava haver muita gente que comprava por telefone sem ver as coisas. Queriam era que valesse dinheiro. Houve uma altura em que os galeristas ligavam e diziam que fulano X queria comprar qualquer coisa e não interessava o quê. É horrível perceber que faça eu o que fizer, se está lá o meu nome as pessoas querem.
Interessa-lhe saber quem é que compra?
Completamente, são fruto do meu trabalho e suor. Tal como um pai que larga os filhos ao mundo, eu gosto de saber o que lhes acontece. Muitas vezes não é possível, mas tento. Gostava até de poder escolher quem são as pessoas que compram as minhas coisas.
Diz que tudo o que pode acontecer de mau lhe acontece. Tem tido azar na vida?
Tenho numa mão um diabo e noutra um anjo. Tudo me acontece de mal mas depois tenho qualquer coisa que me safa. Eu sou aquele gajo que [bate na madeira] se for num avião e o avião cair eu sou o único sobrevivente. É azar com sorte lá dentro.
Consta que teve uma metralhadora apontada à cabeça.
Deve ter sido para aí em 77. Vinha de Lisboa para o Estoril e eram umas cinco da manhã, em Agosto, uma noite do caraças e eu de vidros abertos a curtir. Não vinha ninguém na rua e eu parei nos semáforos ao pé de Cascais. Quando estava parado veio um gajo a correr com uma Uzi e apontou-a à cabeça. Disse: “Chega-te prái, deixa-me levar o carro.”
Obedeceu?
Nunca tinha visto a morte tão perto, mas aquilo que se diz destes momentos, que uma pessoa pensa mais depressa, é completamente verdade. Tive este raciocínio todo num cagagésimo de segundo. Pensei: se eu deixo entrar este gajo no carro estou morto, a única hipótese é não o deixar entrar. Ponho o pé na embraiagem, meto a marcha atrás e acelero, desapareço dali com uma bisga. O gajo desequilibrou-se, não disparou – cá está o anjinho – e pus-me a milhas.

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Gabriel Moreno

Gabriel Moreno, de nacionalidade espanhola,nasceu em 1973, é, de facto uma mente criativa no mundo da arte, diz-se, teimoso, apaixonado, doido e exigente, consigo  mesmo e para com os outros. Numa folha, numa fachada, ou mesmo na pele, podem nascer rostos, flores e  pássaros que, se sobrepõem e expandem para além das  linhas ondulantes, acabando por tomar vida própria esmo fora das ilustrações.

A sua maior paixão e inspiração provém da beleza em todas as suas formas, para si a beleza é ilimitada!É a  beleza das pequenas coisas que lhe promovem o pensamento e o fazem realmente sentir todo o seu precurso. Apesar  da sua formação, diz-se um auto-didta.

Gabriel Moreno lembra-se desde sempre de ter sentido uma forte paixão pelas linhas,pela luz e pelo lápis que segura na sua mão enquanto nos brinda com as suas obras. Recorda que um dos dias mais  felizes da sua vida foi quando descobriu a hipotese de estudar Belas Artes, e

Em 2007, fez chegar  o seu portfolio como  ilustrador a diversas agências de publicidade. A revista Computer Arts apresentava-o como um dos  20 novos talentos da ilustração na data. Um ano depois, já teria elaborado prjetos para grandes campanhas de algumas das maiores agências de publicidade do mundo,  como a BBDO e a Young & Rubricam.

Gabriel confessa ser um apreciador do expressionismo, movimento para o qual a obra de arte  é reflexo direto do mundo interior do artista, assume-se, também,como admirador de Egon Schiele, do uso da cor e das linhas de Robert Motherwell e do talento e trabalho de  ilustradores como Berto Martinez, Hope Gangloff ou Eva Solano.

Durante o processo de desenho, para GabrielMoreno, nada é difinitivo e está sempre sujeito a alterações, não háum plano de trabalho estipulado.  Gosta de trabalhar sobre formatos de grande dimensão, ainda que o produto final tenha fins  editorais. Sente-se fascinado pela ideia de que qualquer uma das suas ilustrações pode ser  divulgada numa revista, ou simplesmente enquadrar um enorme cartaz, sem perder nenhum dos  seus detalhes.

O seu trabalho pode começar numa simples premissa, algo que desperte a sua atenção, tal como um gesto, uns lábios ou até ainda uma simples expressão. Daí para a frente, a sensualidade e expressividade das linhas misturam-se, fundem-se em  intersecções, dando origem a uma nova figura, e depois outra enquadrante, um homem, uma  mulher, um pássaro, um pássaro-homem: as possibilidades são ilimitadas e  imprevisíveis. A essência e detalhes das suas obras poderão escapar ao olhar  mais desatento, exigem um olhar atento e observador, demorado, devem ser vistas com olhos de ver.

Dentro dos seus planos estão ainda a entrada seus planos futuros estão também a escultura, a moda, a  animação e as curtas-metragens. “Criar é a minha vida e por isso é tão  fácil, para mim, colocar o meu coração no que faço” palavras de confição por parte do mesmo. A todos  aqueles que aspiram ser artistas, este deixa um conselho: “Tudo é  possível”.

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Relatório ilustração em photosop

Foi proposto à turma do 12º B pelo professor Daniel Pedrosa,  a elaboração de um portefólio de fotografia, basicamente este seviria para avaliar a situação técnico psicológica dos alunos no que tocava à fotografia, e suas noções base de interesse! Este portefólio era composto por 5 diferentes temas, de entre os quais, pessoas, texturas, paisagens, grandes planos e, por fim, o tema livre!
Penso que nesta parte do projeto tive tanto altos como baixos, tudo isto devido a uma seleçao fotografica,de ja algum tempo entre diversas fotografias captadas para o proposito!
Passando já ao projeto em si, a proposta consistia em conseguir englobar em um só, desenho, ilustração e fotografia, tudo isto através de photoshop!

O inicio para mim foi severamente complicado, pois não tinha a minima noção de como trabalhar com o programa, acabando por ter que pedir auxilio ao  professor como que uma introdução ao programa, mais explicativa. O tema mais consistente nas minhas possibilidades de tema fotografico para o trabalho era o downhill/bicicletas.  Começandopor selecionar diversasimagens como as que se seguem, utilizando como final a primeira apresentada!

  

Depois de eleita a foto, pus mãos à obra, passando por diversas ideias, e pondo em prática a exploração da ferramenta, experimentando diversas técnicas e elementos, o que me levou a optar por duas hipoteses finais, simples, que, a meu ver deixariam bem mais interessante e apelativo o trabalho. Para uma maior visão e ideia do trabalho existente por trás, tive a tentativa mal sucedida de colocar diversos desenhos elaborados a mão no trabalho, o que de todo não resultou, o que me levou a desenhar no própriocomputador, tentei inserir tambem outros elementos na foto ate com elementos de outras fotos o que muitomenos se mostrou um trabalho apelativo e interessante. Todasestas incógnitas levaram-me a investir na simplicidade, pois esta traduz a essencia daquilo que queria verdadeiramente transmitir, a essencia do downhill, que no fundo, passa por um pouco de adrenalina misturado com a tecnica! Visto bem a imagem acaba por representar a fusão entre a foto, o desenho e o desporto!

Aqui ficam os trabalhos finais que foram apresentados, todas as outras tentativas mal sucedidas, como obvio se torna, não foram guardadas, visto não passar disso mesmo, experiências!

     

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Body art

Definição A body art, ou arte do corpo, designa uma vertente da arte contemporânea que toma o corpo como meio de expressão e/ou matéria para a realização dos trabalhos, associando-se frequentemente a happening e performance. Não se trata de produzir novas representações sobre o corpo – encontráveis no decorrer de toda a história da arte -, mas de tomar o corpo do artista como suporte para realizar intervenções, de modo geral, associadas à violência, à dor e ao esforço físico. Pode ser citado, por exemplo, entre muitos outros, o Rubbing Piece, 1970, encenado em Nova York, por Vito Acconci (1940), em que o artista esfrega o próprio braço até produzir uma ferida. O sangue, o suor, o esperma, a saliva e outros fluidos corpóreos mobilizados nos trabalhos interpelam a materialidade do corpo, que se apresenta como suporte para cenas e gestos que tomam por vezes a forma de rituais e sacrifícios. Tatuagens, ferimentos, atos repetidos, deformações, escarificações, travestimentos são feitos ora em local privado (e divulgados por meio de filmes ou fotografias), ora em público, o que indica o caráter freqüentemente teatral da arte do corpo. Bruce Nauman (1941) exprime o espírito motivador dos trabalhos, quando afirma, em 1970: “Quero usar o meu corpo como material e manipulá-lo”.
As experiências realizadas pela body art devem ser compreendidas como uma vertente da arte contemporânea em oposição a um mercado internacionalizado e técnico e relacionado a novos atores sociais (negros, mulheres, homossexuais e outros). A partir da década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e do minimalismo, são questionados os enquadramentos sociais e artísticos da arte moderna, tornando-se impossível, desde então, pensar a arte apenas com categorias como pintura ou escultura. As novas orientações artísticas, apesar de distintas, partilham um espírito comum – são, cada qual a seu modo, tentativas de dirigir a arte às coisas do mundo, à natureza, à realidade urbana e ao mundo da tecnologia. As obras articulam diferentes linguagens – dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura, desafiando as classificações habituais, e colocam em questão o caráter das representações artísticas e a própria definição de arte. As relações entre arte e vida cotidiana, o rompimento das barreiras entre arte e não arte e a importância decisiva do espectador como parte integrante do trabalho constituem pontos centrais para parte considerável das vertentes contemporâneas: ambiente, arte pública, arte processual, arte conceitual, earthwork.
A body art filia-se a uma subjetividade romântica, que coloca o acento no artista: sua personalidade, biografia e ato criador. Retoma também as experiências pioneiras dos surrealistas e dadaístas de uso do corpo do artista como matéria da obra. Reedita certas práticas utilizadas por sociedades “primitivas”, como pinturas corporais, tatuagens e inscrições diversas sobre o corpo. O teatro dos anos 1960 – o Teatro Nô japonês, o Teatro da Crueldade, de Antonin Artaud (1896 – 1948), o Living Theatre, fundado por Julian Beck e Judith Malina, em 1947, o Teatro Pobre de Grotowsky (1933), além da performance – constitui outra fonte de inspiração para a body art. A revalorização do behaviorismo nos Estados Unidos, e das teorias que se detêm sobre o comportamento, assim como o impacto causado pelo movimento Fluxus e pela obra de Joseph Beuys (1921 – 1986), entre as décadas de 1960 e 1970, devem ser considerados para a compreensão do contexto de surgimento da body art.
Alusões à corporeidade e à sensualidade se fazem presentes nas obras pós-minimalismo de Eva Hesse (1936 – 1970), que dão ênfase a materiais de modo geral não rígidos. O corpo sugerido em diversas de suas obras – Hang Up, 1965/1966, e Ishtar, de 1965, por exemplo, assume o primeiro plano no interior da body art, quando sensualidade e erotismo são descartados pela exposição crua de órgãos e atos sexuais. As performances de Acconci são emblemáticas. Em Trappings, 1971, o artista leva horas vestindo seu pênis com roupas de bonecas e conversando com ele. “Trata-se de dividir-me em dois”, afirma Acconci, “tornando o meu pênis um ser separado, outra pessoa.” Denis Oppenheim (1938) submete o corpo com base em outras experiências. Sun Burn, 1970, por exemplo, consiste na imagem do artista exposto ao sol coberto com um livro, em cuja capa lê-se: “Tacties”. Air Pressures, 1971, joga com as deformações impostas ao corpo quando exposto à forte corrente de ar comprimido. Chris Burden (1946) corta-se com caco de vidro em Transfixed. Na Europa, há uma vertente sadomasoquista do movimento entre artistas como Rebecca Horn (1944), Gina Pane (1939 – 1990), o grupo de Viena, o Actionismus, que reúne Arnulf Rainer (1929), Hermann Nitsch (1938), Günter Brus (1938) e Rudolf Schwarzkogler (1940 – 1969). Este, suicida-se, aos 29 anos, diante do público, numa performance. Queimaduras, sodomizações, ferimentos e, no limite, a morte tomam a cena principal nessa linhagem da body art. No Brasil, parece difícil localizar trabalhos e artistas que se acomodem com tranqüilidade sob o rótulo. De qualquer modo, é possível lembrar as obras de Lygia Clark (1920-1988),  que se debruçam sobre experiências sensoriais e táteis, como A Casa É o Corpo, 1968, e alguns trabalhos de Antonio Manuel (1947) e Hudinilson Jr. (1957).

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Projeto”instrumento-mental”

Este projeto, foi proposto pelo professor de oficina de artes, Carlos Cancelinha, que, nos deu à escolha um instrumento, deixandoo de parte limites de criação, o instrumento seria a cabeça, a imaginaçao, daí o nome que escolhi para esta obra, realizada por mim em cerca de 1 mês, 2 a 3 vezes por semana no espaço de 90 minutos cada uma!

Aqui ficams as fotos, de certaforma bastante salteadas doprecurso precorrido até ao ttrabalho final que, apesar de pouca iluminaçao na foto ja dará pra entender a obra.

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Relatório para pin missão tabuleiro limpo

O projecto que deu seguimento ao anterior da criação de um logotipo, foi o da criação de um pin que viria a tornar-se a oferta de quem cumprisse os objetivos a cumprir na missão tabuleiro limpo, esta seria a recompensa ao fim de 10 carimbos, carimbo esse com a forma do logotipo eleito:

Após esta fase, fizemos uma pesquisa na qual iriamos procurar possiveis elementos que poderiam incluir o pin, para uma agradavel composiçao creativa, de varios elementos pesquisados os meus eleitos form, de certa forma para mim satisfatóreos para a execução do trabalho, aqui ficam:

   

Com estes elementos comecei a fazer alguns esboços de onde elegi como principais os que mostrarei de seguida, tudo isto passou por um processo pensado e com inserimento de variadas ideias, tudo começou com um simples cozinheiro até chegar a este resultado:

Após o desenho em papel escolhido para a execução do pin, vectorizei o desenho, começando pelos contornos e passando a uma vasta escolha de hipoteses de cores até chegar a um trabalho final. a parte mais complicada foi a escolha de um fundo, de simples passou ao que apresento na imagem de seguida, infelizmente nao consigo colocar prints,dessa forma nao poderei mostrar a execução do trabalho passo a passo. Por final após ter chegado ao resultado que a meu ver seria satisfatório para mim, acabei por ter uma nova ideia esta ja mental e fiz uma simples composiçao com elementos ja pensados anteriormente. Aqui ficam ambos os resultados finais, ambos foram eleitos para constituiçã dos pin’s.

Rui Camboa- ilistração

Após todo este procedimento passa-os à execução dos pin’s na qual tive oportunidade de aprender algo novo que nao fazia a minima ideia de como se fazia até me chamar ao interesse. Aqui fica um video que encontrei que explica como se fazem os pin’s, nao da parte deste projeto mas sim de alguem quue tambem decidira  fazer uns pin’s.

Graças a este trabalho tive bastante enriqecimento e um maior interesse sobreo programa devido a aprender e descobrir novos metodos de trabalho e execuçao do projeto, além de aprender como fazer um pin.Foi um processo bastante estudioso e trabalhoso, embora no inicio a aplicação nao fosse intensiva, penso que o trabalho compensou, sinto-me satisfeito com o meu desempenho mas mesmo nao continuando a trabalhar com o programa pretendo explora-lo ainda mais simplesmente por gosto, pois considero bastante interessante.  e ficando-me ppor aqui espero pelo proximo projeto.

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Relatório missão tabuleiro limpo logotipo,(re-post por modificaçao de pagina)

Relatório do prejeto tabuleiro limpo

Este projeto foi proposto à turma, derivadamente a um problema existente na cantina do Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas. O trabalho proposto peli professor Daniel Pedrosa passava por criar uma campanha chamada Tabuleiro Limpo, com o objetivo de não se estragar tanta comido que os alunos deixavam no prato em vez de fazerem uma refeição completa. Esta campanha viria a ajudar a evitr esse problema, como uma forma de essentivo, as primeiras ideias passaram por fazer um logotipo, ao qual este relatório é dedicado, basicamente isto consistia em cada aluno pesquisar algo que pensa-se ser de certa forma sensibilizante para esta situação. Este logotipo, seria tambem transformado num carimbo, carimbo esse que ao fim de dez marcações daria direito a um pin gratuito, isto para completar uma coleçao de vinte e dois pins. Este projeto do pin ainda se encontra em curso, apenas foi concluido o logotipo e carimbo.

Pelas minhas pesquisas, a mais imediata para ilustrar esta causa foi de facto o pacman, todos o conhecem, todos sabem que a ideia do jogo é comer até limpar tudo e por tudo o que émau fora do jogo, ou seja isto em termos de pensamento quanto à campanha levaria à ideia de comer, deixar o tabuleiro limpo e, como a comida da cantina é saudavel, não haveria algo mau, não sendo as “porcarias” que se comem por ai fora como fast foods e comidas desiquilibradas para o nosso organistmo. Pensei tambem em indserir o tabuleiro, este que daria a caracterizaçãoa esta missão pois era o protagonista desta missão. Pensei tambem no uso da letrong para, de certa forma explicar a quem visse o logotipo o que significaria na verdade, e a partir dai tirar as sus conclusões à cerca dos items.

Após o proceso de decizão dos elementos, fiz diversos esboços em que inseria os elementos eleitos, a ideia principal e eleita foi o tabuleiro como jogo do pacman, o pacman como é representado no jogo, porem recriado por mim e o uso de elementoos como fruta, vegetais e elementos contidos habitualmente nas refeiçoes do colegio, isto devia-se a uma mensagem muito simples, o comer tudo, para que quando chegar ao final, o objetivoo tenha sido cumprido com sucesso.

Já quanto a parte da vectorizãção, tudo se modificou um pouco de certa forma, visto ter pensado que talvez estaria a fugir demasiado da ideia de logotipo para uma ilustraçao e decidi por de parte a ideia do mapa de pacman, deixandomesmo assim nos projetos principais  o pacman, pois a sua representação seria uma caracteristicabastante relevante quanto ao projeto.

De momento,não estou a conseguir fazer print de todo o processo, pois este bloqueia-me o computador.

Quanto ao resultado final penso que nao foi mau mas tambem de todo nao foi o mais satisfatorio, mas de  certa forma posso afirmar que fugiu um pouco qo que teria planeado inicialmente, isto devido a ideias que vão surgindo, pesquisas e observação de logotipos, pensando sempre que seria feito para algo de certa forma educativo e não profissional.
aqui sim, ja posso mostrar todos os trabalhos realizados, ideias diferentes mas ambas dentro da mesma base.

Eis os projetos finais:

Rui Camboa

Estetrabalho, foi de certaforma enriquecedor, visto que me premitiu descobrir por mim mesmo, explorando a ferramenta utilizada”adobe illustrator” o funcionamento desta maquina virtual, tendo em conta que nem sequer fazia ideia anteriormente da sua existência. Para ser sincero o projeto, não foi muito do meu agrado, mas esforcei-me por conseguir corresponder à exigencia do mesmo. É sempre bom aprender algo novo, agora espero pela parte da ilustraçãopara criaçao de um pin em que vou tentar aprefeiçoar ainda mais o meu conhecimento a cerca deste programa.

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